Notícia 11/11/2010
Fonte: Planeta Sustentável
Para especialistas brasileiros e internacionais - reunidos no 3º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável e Conferência Internacional Sustainable Building 2010* investimentos em ecoeficiência, adaptação às mudanças climáticas e visão de longo prazo - que não se restrinja a eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas -, aliadas ao conceito de bem-estar e reciclagem profissional, devem ser prioridade nos projetos construtivos
Por Sucena Shkrada Resk - Edição: Mônica Nunes
Adaptar e ampliar o número de construções sustentáveis é um dos desafios que mobiliza, hoje, esse setor. No caso do Brasil, só no campo habitacional, há cerca de 50 milhões de unidades urbanas construídas em 5.567 municípios brasileiros, o que representa 85% do total, com uma contra-partida de, pelo o menos, 10% de déficit, segundo números oficiais de 2008.
“Não há necessidade só de construir, mas de recuperar boa parte dessas moradias”, afirma o Doutor em Engenharia, Alex Abiko, professor da Poli-USP – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Nesse processo, estão inseridos quesitos como eficiência energética, adaptação às mudanças climáticas com perspectiva de longo prazo, reciclagem periódica dos profissionais do setor sobre recursos e ações sustentáveis e, acima de tudo, a promoção do bem-estar da população, com a qualidade do ambiente interno.
A equação, no entanto, não é tão simples, como destaca o engenheiro Marcelo Takaoka, presidente do conselho deliberativo do CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável*. Um ponto a ser administrado, segundo ele, é a necessidade de integração de ações do poder público, do empresariado e da academia, para que não se mantenha a dispersão de esforços, que ocorre atualmente.
Takaoka alerta que os edifícios são responsáveis por cerca de 10% do Produto Interno Bruto - PIB mundial, sendo 15% no Brasil. “As construções são responsáveis por 40% dos materiais consumidos, 30% da geração de resíduos sólidos e 20% de consumo de água. Existe um potencial de se reduzir 30% desse consumo”, destaca.
O PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente* revela que, globalmente, só os edifícios são responsáveis por 40% do consumo anual de energia e até 30% da emissão de todos os GEE - gases de efeito estufa relacionados com o consumo de energia.
Hoje, uma das principais questões a serem enfrentadas pelo segmento, na avaliação de Takaoka, é a necessidade de conscientização de que a introdução, por exemplo, da eficiência energética, na fase de implementação, precisa de mais incentivos financeiros. “Um pouco a mais que se gasta com a implantação, pode ser recuperado com benefícios na ponta, por exemplo, como diminuição de valores de condomínios”, diz o engenheiro.
Para ele, ao se tratar de eficiência, é preciso pensá-la desde o contexto de bairro, do município, com relação a tratamento de esgoto, de saneamento, ou seja, no entorno das edificações. “As melhorias devem ir além do empreendimento e incorporar o que está ao redor da área residencial, desde a escola, o centro de saúde, até comércio e serviços, para otimizar a infraestrutura urbana. Isso auxilia também na redução de custos com transportes”, afirma.
NOVA ETIQUETA PARA EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS
Até o final deste mês, está programado o lançamento da etiqueta Procel-Edifica, para casas ou edifícios residenciais, segundo Solange Nogueira, chefe da Divisão de Eficiência Energética e Edificações da Eletrobrás. Essa etiqueta classificará os produtos de E a A e tem caráter voluntário.
“O novo selo mostrará para a sociedade qual e o nível de eficiência de consumo de energia nos prédios. Os projetos e a construção concluída serão avaliados por um organismo de inspeção acreditado pelo Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, com relação ao sistema de iluminação, ar-condicionado e no envoltório, que inclui fachada e cobertura”, explica ela.
De acordo com Solange, a etiqueta para edifícios comerciais, públicos e de serviços foi lançada em 2009. Hoje, já existem 12 prédios etiquetados e 8 em processo, nos estados de BA, PA, SC. Para divulgar o lançamento foi feita parceria com 15 instituições universitárias no país. Terminou a consulta pública em que foram recebidos 400 comentários e a consulta de requisito técnico está em fase de conclusão. As propostas serão avaliadas por uma comissão técnica do Inmetro, para que seja instituída a portaria.
LIÇÕES DOS JOGOS PAN-AMERICANOS
A representante do PNUMA, Cristina Montenegro, explica que a aceleração do mercado de construção, nos próximos anos, com a Copa do Mundo (2014) e os Jogos Olímpicos, além da Rio +20 (evento de balanço 20 anos depois da ECO 92), terá o tema da economia verde em alta. Isso é um aspecto importante a ser observado quanto às construções sustentáveis, segundo ela.
Sobre as lições que o Brasil pode tirar, por exemplo, de algumas construções viabilizadas - já que foi sede dos Jogos Pan-americanos (2007) -, criticadas quanto à qualidade, Cristina diz: “Naquela época, muitas coisas não foram cumpridas e mantidas a longo prazo, como serviços de manutenção da qualidade de água. Alguns edifícios que seriam destinados à demanda social também não foram concluídos”. Ela acrescenta que a preocupação com a projeção de longo prazo de grandes eventos mundiais se acentua no PNUMA, desde as Olimpíadas de Sidney (2000). “O objetivo não é preparar cidades e locais somente para situações imediatas”, avalia.
Cristina diz, também, que construção e energias renováveis são assuntos centrais na economia de baixo carbono. Como contribuição ao setor construtivo, a instituição disponibiliza para download em sua página, a publicação Iniciativa para Construção Sustentável e o Clima.
A CONSTRUÇÃO E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Especialistas internacionais analisam que há uma corrida contra o tempo, para que haja a adaptação dos modelos construtivos às mudanças climáticas, como é o caso de Nills Larson, diretor-executivo do iiSBE – International Initiative for a Sustainable Built Environment*. Ele recomenda que devem haver critérios mais rigorosos nas construções em locais sujeitos a incidentes climáticos, como em regiões de praias e rios ou em áreas desérticas.
Com a perspectiva de a população urbana, em nações em desenvolvimento, chegar a 2,5 bilhões de pessoas em 2050, Larson considera que países como Brasil, China e Índia devem acelerar as construções ecoeficientesnos próximos anos. “Também é preciso pensar na demanda de refugiados climáticos e na necessidade de serviços básicos em conjunto com a redução de emissões de GEEs – gases de efeito estufa”, destaca.
O especialista complementa que uma alternativa seria a de introduzir impostos sobre o carbono, além de parar com o funcionamento das usinas de carvão, a não ser que haja sequestro significativo, o que não existe até agora, como também reduzir cargas de pico em redes elétricas, mudando horários de operação.
O professor da Escola de Projeto, Construção e Planejamento da Universidade da Flórida, EUA, Charles Kibert, alerta que 80% de nossa energia primária é consumida por edifícios. “Tudo deve ser observado para diminuir o consumo. O comportamento das pessoas é um elemento importante dentro da concepção do projeto, para isso, é preciso ter o feedback delas no projeto”.
Marcelo Takaoka, do CBCS, explica que a manutenção de cursos de reciclagem para dos profissionais do setor, principalmente operários, deve ser realizada, no mínimo, semestralmente. “Por experiência, percebemos que esse prazo é o ideal”, ressalta.
O desafio de assimilar facilmente o ciclo da sustentabilidade na construção se encontra ainda dentro do poder público, de acordo com Casemiro Tércio Carvalho, secretário-adjunto de Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Ele cita como exemplo o setor das compras verdes.
“Estamos construindo um documento em conjunto com o Sinduscon – SP - Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo e a CBCS, neste sentido, afirma. Em dezembro, também será promovida a Primeira Bolsa Internacional de Compras Verdes*, dirigida a pequenos e médios empresários, fundos de investimento e incubadoras em universidades.
INTERESSE SOCIAL E MEIO AMBIENTE
Representantes do IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil* e do PBQP – Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, do Ministério das Cidades*, alertam, ainda, que os modelos de habitação de interesse social, no país, devem ser revisados, visando à sustentabilidade.
Com todas essas demandas, a incorporação do conceito se difunde aos poucos no setor da construção. Uma das iniciativas é a criação do programa de sustentabilidade da CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Mais um desafio é se adaptar às novas exigências das normas técnicas vigentes.
O presidente do Sinduscon - SP, Sérgio Watanabe, explica que uma delas é a de desempenho, existente há dois anos, que agrega análise de ruído, conforto de ambiente interno, entre outros quesitos. “Teríamos de estar adequados, neste mês, mas conseguimos uma prorrogação para 2012, com a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas*, no que se refere a áreas acústicas de paredes a lajes, porque ainda o setor precisa de adaptar”, afirma.
A CONSTRUÇÃO E OS FINANCIAMENTOS
No contexto do financiamento, também estão sendo implementadas mudanças significativas. Christopher Wells, especialista em risco socioambiental do Banco Santander, explica que as maiores instituições financeiras brasileiras hoje seguem os Princípios do Equador*, que mundialmente tem mais de 60 bancos signatários voluntariamente.
“Com isso, avaliamos se o EIA-RIMA - Estudo de Impacto Ambiental – Relatório de Impacto teve boa qualidade, mesmo se já foi aceito pelo órgão ambiental. Também verificamos qual a receptividade da sociedade em audiências públicas, além de outros aspectos, como as emissões de poluentes”, acrescenta o executivo do Santander.
Segundo Wells, grandes obras, como do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, com investimentos igual ou acima de US$ 10 mi, se adequam ao perfil das exigências de normas socioambientais do BIRD – Banco Mundial.
Mais um estímulo ao financiamento de construções sustentáveis é o Protocolo Verde, firmado no ano passado entre a Febraban – Federação Brasileira dos Bancos e o MMA – Ministério do Meio Ambiente, que propõe condições diferenciadas a projetos que tenham adicionalidade socioambiental, mediante algumas contra-partidas como a apresentação das licenças ambientais dos empreendimentos.
“Desde então, estão sendo feitas melhorias, mas ainda há um gigantesco estoque dessas habitações nas médias e grandes cidades. Mais um ponto a se trabalhar se refere ao esgotamento sanitário, já que mais de metade do país não tem acesso. Mas o Brasil não é o único nessa situação. Até países ricos estão longe do ideal. Por isso, é preciso comprometimento constante, com políticas de Estado e cobrança da sociedade”, considera.
CONSTRUÇÕES ECOLÓGICAS
Christer Söström, professor de materiais de construção da Universidade de Gävie, explica que o design deve ter a conexão entre o individual e o coletivo integrado ao local, com estratégias regionais, além de minimizar o impacto das adversidades de desenvolvimento sobre o ciclo de vida e valorizar os aspectos culturais e sociais continuamente. Outro aspecto a ser observado é de resolver conflitos de interesses.
Segundo o acadêmico, é importante o envolvimento dos stakeholders (partes interessadas) e a comunicação por meio de publicações e jornais auxiliem o processo. Söstrom ainda destaca que o perfil das construções ecológicas é baseado no ciclo de vida, mínimo de consumo de energia, monitoramento e uso de manuais do edifício e adaptabilidade, entre outros.
*Os especialistas participaram do 3º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável/Conferência Internacional Sustainable Building 2010, realizados nos dias 8 e 9 de outubro, em São Paulo, respectivamente sob realização do CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável e PNUMA Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, com parceria de universidades públicas brasileiras entre outros apoiadores.
CAPACITAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE
Marcelo Takaoka, do CBCS, explica que a manutenção de cursos de reciclagem para dos profissionais do setor, principalmente operários, deve ser realizada, no mínimo, semestralmente. “Por experiência, percebemos que esse prazo é o ideal”, ressalta.
O desafio de assimilar facilmente o ciclo da sustentabilidade na construção se encontra ainda dentro do poder público, de acordo com Casemiro Tércio Carvalho, secretário-adjunto de Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Ele cita como exemplo o setor das compras verdes.
“Estamos construindo um documento em conjunto com o Sinduscon – SP - Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo e a CBCS, neste sentido, afirma. Em dezembro, também será promovida a Primeira Bolsa Internacional de Compras Verdes*, dirigida a pequenos e médios empresários, fundos de investimento e incubadoras em universidades.
INTERESSE SOCIAL E MEIO AMBIENTE
Representantes do IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil*e do PBQP – Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, do Ministério das Cidades*, alertam, ainda, que os modelos de habitação de interesse social, no país, devem ser revisados, visando à sustentabilidade.
Com todas essas demandas, a incorporação do conceito se difunde aos poucos no setor da construção. Uma das iniciativas é a criação do programa de sustentabilidade da CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Mais um desafio é se adaptar às novas exigências das normas técnicas vigentes.
O presidente do Sinduscon - SP, Sérgio Watanabe, explica que uma delas é a de desempenho, existente há dois anos, que agrega análise de ruído, conforto de ambiente interno, entre outros quesitos. “Teríamos de estar adequados, neste mês, mas conseguimos uma prorrogação para 2012, com a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas*, no que se refere a áreas acústicas de paredes a lajes, porque ainda o setor precisa de adaptar”, afirma.
A CONSTRUÇÃO E OS FINANCIAMENTOS
No contexto do financiamento, também estão sendo implementadas mudanças significativas. Christopher Wells, especialista em risco socioambiental do Banco Santander, explica que as maiores instituições financeiras brasileiras hoje seguem os Princípios do Equador*, que mundialmente tem mais de 60 bancos signatários voluntariamente.
“Com isso, avaliamos se o EIA-RIMA - Estudo de Impacto Ambiental – Relatório de Impactoteve boa qualidade, mesmo se já foi aceito pelo órgão ambiental. Também verificamos qual a receptividade da sociedade em audiências públicas, além de outros aspectos, como as emissões de poluentes”, acrescenta o executivo do Santander.
Segundo Wells, grandes obras, como do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, com investimentos igual ou acima de US$ 10 mi, se adequam ao perfil das exigências de normas socioambientais do BIRD – Banco Mundial.
Mais um estímulo ao financiamento de construções sustentáveis é o Protocolo Verde, firmado no ano passado entre a Febraban – Federação Brasileira dos Bancos e o MMA – Ministério do Meio Ambiente, que propõe condições diferenciadas a projetos que tenham adicionalidade socioambiental, mediante algumas contra-partidas como a apresentação das licenças ambientais dos empreendimentos.
“Desde então, estão sendo feitas melhorias, mas ainda há um gigantesco estoque dessas habitações nas médias e grandes cidades. Mais um ponto a se trabalhar se refere ao esgotamento sanitário, já que mais de metade do país não tem acesso. Mas o Brasil não é o único nessa situação. Até países ricos estão longe do ideal. Por isso, é preciso comprometimento constante, com políticas de Estado e cobrança da sociedade”, considera.
CONSTRUÇÕES ECOLÓGICAS
Christer Söström, professor de materiais de construção da Universidade de Gävie, explica que o design deve ter a conexão entre o individual e o coletivo integrado ao local, com estratégias regionais, além de minimizar o impacto das adversidades de desenvolvimento sobre o ciclo de vida e valorizar os aspectos culturais e sociais continuamente. Outro aspecto a ser observado é de resolver conflitos de interesses.
Segundo o acadêmico, é importante o envolvimento dos stakeholders (partes interessadas) e a comunicação por meio de publicações e jornais auxiliem o processo. Söstrom ainda destaca que o perfil das construções ecológicas é baseado no ciclo de vida, mínimo de consumo de energia, monitoramento e uso de manuais do edifício e adaptabilidade, entre outros.
*Os especialistas participaram do 3º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável/Conferência Internacional Sustainable Building 2010, realizados nos dias 8 e 9 de outubro, em São Paulo, respectivamente sob realização do CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável e PNUMA Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, com parceria de universidades públicas brasileiras entre outros apoiadores.
O financiamento à recuperação de assentos urbanos, segundo Ivo Imparato, especialista urbano sênior da Região da América Latina e Caribe do BIRD, está em ascendência, nos últimos anos no Brasil. Em 2002, o BIRD fez estudo sobre a situação no país, no qual foi levantado que, das 40 milhões de unidades, 15 mi eram informais, acrescentando cerca de 700 mil ao ano.
“Desde então, estão sendo feitas melhorias, mas ainda há um gigantesco estoque dessas habitações nas médias e grandes cidades. Mais um ponto a se trabalhar se refere ao esgotamento sanitário, já que mais de metade do país não tem acesso. Mas o Brasil não é o único nessa situação. Até países ricos estão longe do ideal. Por isso, é preciso comprometimento constante, com políticas de Estado e cobrança da sociedade”, considera.
CONSTRUÇÕES ECOLÓGICAS
Christer Söström, professor de materiais de construção da Universidade de Gävie, explica que o design deve ter a conexão entre o individual e o coletivo integrado ao local, com estratégias regionais, além de minimizar o impacto das adversidades de desenvolvimento sobre o ciclo de vida e valorizar os aspectos culturais e sociais continuamente. Outro aspecto a ser observado é de resolver conflitos de interesses.
Segundo o acadêmico, é importante o envolvimento dos stakeholders (partes interessadas) e a comunicação por meio de publicações e jornais auxiliem o processo. Söstrom ainda destaca que o perfil das construções ecológicas é baseado no ciclo de vida, mínimo de consumo de energia, monitoramento e uso de manuais do edifício e adaptabilidade, entre outros.
*Os especialistas participaram do 3º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável/Conferência Internacional Sustainable Building 2010, realizados nos dias 8 e 9 de outubro, em São Paulo, respectivamente sob realização do CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável e PNUMA Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, com parceria de universidades públicas brasileiras entre outros apoiadores.
*3º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável
*CBCS
*Pnuma
*1a. Bolsa Internacional de Negócios da Economia Verde
*Princípios do Equador
*Protocolo Verde
*Procel Edifica
*Iniciativa para a Construção Sustentável e o Clima – Pnuma
Fonte:
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/desafios-sustentabilidade-construcao-608315.shtml?func=1&pag=3&fnt=9pt