by hoffice on 25 25UTC October 25UTC 2010
A importância do arrendamento, da reabilitação e da internacionalização, sobretudo para o mercado angolano, para contornar a difícil situação em que o mercado imobiliário se encontra, foram destacados por Jorge Oliveira, director da área de feiras da FIl, no encerramento do Salão Imobiliário de Portugal (SIL).
Em declarações à agência Lusa, no último dia da 13.ª edição do SIL, na FIl, Parque das Nações, Jorge Oliveira fez um balanço positivo do evento, apesar do “período difícil” que o sector imobiliário atravessa devido à crise económica.
“Dentro do contexto actual estamos satisfeitos. Com toda esta questão económica surgem novas oportunidades de negócio, os mercados mudam e alteram-se muito rapidamente. O mercado imobiliário não foge à regra”, afirmou Jorge Oliveira.
Considerando a actual situação, o responsável salientou a importância de “continuar a procurar novas oportunidades de negócio e ter uma perspectiva positiva”.
“Os problemas actuais no sector são do conhecimento geral: há alguns problemas de dificuldade de acesso ao crédito, alguns problemas da própria capacidade das famílias de terem acesso à compra de habitação”, precisou.
De acordo com Jorge Oliveira, a internacionalização, o arrendamento e a reabilitação apresentam-se actualmente como “áreas fundamentais” para o futuro do sector.
É por isso, lembrou, que o SIL deste ano, que contou com cerca de 300 expositores, apostou num “incentivo muito forte ao arrendamento”, que é “muito importante para dinamizar e aumentar o volume de negócios das empresas”.
Por outro lado, está-se a “trabalhar muito na vertente da internacionalização”, acrescentou, dando como exemplo a realização, em pareceria com a Feira Internacional de Luanda, do I Salão Imobiliário de Angola (SIMA), em Maio passado.
Jorge Oliveira lembrou que o mercado angolano é “importantíssimo para a economia portuguesa em termos gerais, mas em especial para o mercado imobiliário”, uma vez que “toma hoje uma posição muito relevante e é um dos destinos cimeiros das nossas exportações”.
“Angola está em grande crescimento no mercado imobiliário, está a organizar-se, a sofrer uma série de mutações, e as empresas portuguesas são extremamente importantes, tanto para colaborar nessa organização, como para colaborar no desenvolvimento dos projectos”, destacou.
Jorge Oliveira adiantou que a segunda edição do SIMA terá lugar em Angola de 12 a 15 de Maio de 2011 em Luanda, “uma oportunidade única para as empresas portuguesas estreitarem o relacionamento com as suas congéneres angolanas e perspectivarem oportunidades de negócios”.
O leilão de imóveis para arrendamento e o facto de as autarquias e regiões do país terem tido oportunidade de mostrar os projectos e programas urbanísticos das suas cidades foram outras das novidades do SIL, segundo o responsável.
Fonte Lusa
http://hoffice.wordpress.com/2010/10/25/arrendamento-reabilitacao-e-internacionalizacao/
Em declarações à agência Lusa, no último dia da 13.ª edição do SIL, na FIl, Parque das Nações, Jorge Oliveira fez um balanço positivo do evento, apesar do “período difícil” que o sector imobiliário atravessa devido à crise económica.
“Dentro do contexto actual estamos satisfeitos. Com toda esta questão económica surgem novas oportunidades de negócio, os mercados mudam e alteram-se muito rapidamente. O mercado imobiliário não foge à regra”, afirmou Jorge Oliveira.
Considerando a actual situação, o responsável salientou a importância de “continuar a procurar novas oportunidades de negócio e ter uma perspectiva positiva”.
“Os problemas actuais no sector são do conhecimento geral: há alguns problemas de dificuldade de acesso ao crédito, alguns problemas da própria capacidade das famílias de terem acesso à compra de habitação”, precisou.
De acordo com Jorge Oliveira, a internacionalização, o arrendamento e a reabilitação apresentam-se actualmente como “áreas fundamentais” para o futuro do sector.
É por isso, lembrou, que o SIL deste ano, que contou com cerca de 300 expositores, apostou num “incentivo muito forte ao arrendamento”, que é “muito importante para dinamizar e aumentar o volume de negócios das empresas”.
Por outro lado, está-se a “trabalhar muito na vertente da internacionalização”, acrescentou, dando como exemplo a realização, em pareceria com a Feira Internacional de Luanda, do I Salão Imobiliário de Angola (SIMA), em Maio passado.
Jorge Oliveira lembrou que o mercado angolano é “importantíssimo para a economia portuguesa em termos gerais, mas em especial para o mercado imobiliário”, uma vez que “toma hoje uma posição muito relevante e é um dos destinos cimeiros das nossas exportações”.
“Angola está em grande crescimento no mercado imobiliário, está a organizar-se, a sofrer uma série de mutações, e as empresas portuguesas são extremamente importantes, tanto para colaborar nessa organização, como para colaborar no desenvolvimento dos projectos”, destacou.
Jorge Oliveira adiantou que a segunda edição do SIMA terá lugar em Angola de 12 a 15 de Maio de 2011 em Luanda, “uma oportunidade única para as empresas portuguesas estreitarem o relacionamento com as suas congéneres angolanas e perspectivarem oportunidades de negócios”.
O leilão de imóveis para arrendamento e o facto de as autarquias e regiões do país terem tido oportunidade de mostrar os projectos e programas urbanísticos das suas cidades foram outras das novidades do SIL, segundo o responsável.
Fonte Lusa
http://hoffice.wordpress.com/2010/10/25/arrendamento-reabilitacao-e-internacionalizacao/
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